Por que o mercado imobiliário do DF cresce, apesar da crise
O mercado imobiliário do Distrito Federal tem experimentado nos últimos anos um crescimento excepcional.
Enquanto o PIB brasileiro cresceu nos últimos anos a taxas de 4 a 6 % - e nesse ano não deverá crescer mais que 2% -, o setor da construção imobiliária em Brasília cresceu a taxas superiores a 20% anuais, permanecendo essa mesma expectativa para esse ano, desafiando, portanto, os efeitos negativos da crise financeira sobre a economia como um todo.
Quem ganha com isso? Todos.
Ganham de forma especial aquelas famílias que ainda não tiveram acesso à casa própria e agora terão.
Ganham aquelas pessoas que querem investir em algo seguro, que não tenha a volatilidade que tem, por exemplo, as aplicações em bolsa.
Ganha o setor da construção por ter a certeza de que terá condições de executar um planejamento empresarial que preveja crescimento.
Ganha o governo juntamente com toda a sociedade pela movimentação da economia, a geração de impostos e o crescimento do contingente de pessoas empregadas e o aumento da renda.
E porque tudo isso acontece aqui, se o mundo está em crise, com alguns países importantes entrando inclusive em processo de recessão?
Porque aqui, finalmente, depois de pelo menos duas décadas, conseguimos ter uma legislação regulamentadora do setor que consegue proteger o consumidor, mas também o construtor e o financiador, assim como temos crédito em abundância com produtos que oferecem prazos de pagamento longos e juros adequados a financiamentos de longo prazo, o que faz com que a prestação caiba no orçamento dos consumidores.
Grande importância tem também para o crescimento desse mercado o investidor.
Ciente de que suas aplicações no mercado imobiliário renderão mais que as aplicações financeiras mais usuais, o investidor corre para o imóvel, seja para alugar ou para montar um negócio, propiciando, além de segurança e rentabilidade para o capital investido, a geração cada vez maior de empregos e renda.
Alia-se a todas essas questões já mencionadas, a política de desenvolvimento urbano e habitação que o atual governo do DF mantém, como atenção especial para as famílias mais carentes, possibilitando que essas famílias não apenas tenham um teto, mas também infraestrutura urbana, como água, esgoto, asfalto, transporte e em muitos casos, inclusive, a regularização e titulação do seu lote. Esse é o dever do estado, possibilitar que as pessoas, especialmente as mais carentes, morem com dignidade.
Que o Distrito Federal continue progredindo, através das suas políticas públicas e com a significativa contribuição do setor privado.
O cidadão brasiliense agradece.
Adalberto Cleber Valadão
Presidente da ADEMI-DF e
Diretor da SOLTEC Engenharia Ltda.
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